5 coisas que não sabe sobre o futebol

Fique a conhecer 5 coisas que (provavelmente) ainda não sabe sobre o futebol.

Sean Connery - Manchester United

1. 007: From Manchester With Love

E se Sean Connery, talvez o mais icónico James Bond da história do Cinema, fosse jogador do Manchester United?

Por mais rebuscado que pareça, essa situação esteve quase a acontecer.

Connery jogou futebol em equipas amadoras da Escócia, nomeadamente no Bonnyigg Rose, embora não fosse conhecido pelos seus dotes futebolísticos, mas sim pelo seu bom gosto em termos de vestuário e por ser um sucesso entre as mulheres que assistiam aos jogos. No entanto, o “The Dalkeith Advertiser”, um pequeno jornal local, faz referência a um golo a 27 metros de distância numa derrota contra o Broxburn Athletic. Há quem diga que recebeu convites para fazer testes no Celtic e no Manchester United, mas o próprio confirmou, em entrevista, que o convite surgiu apenas do East Fife.

No entanto, em 1953, enquanto o Bonnyigg Rose fazia uma tour por Manchester, Sir Matt Busby viu o jovem Sean Connery jogar e, espantado com o seu atleticismo, ofereceu-lhe um contrato de 25 libras por semana. O ator escocês rejeitou a proposta, porque, com 23 anos na altura, via poucas perspetivas de futuro na carreira de jogador e preferiu seguir o sonho de ser ator.

Não o culpamos pela decisão!

2. “F**k me, that was loud!”

Segundo os registos, o cartão vermelho mais rápido da história aconteceu aos 2 segundos de uma partida. Sim, leu bem. 2 segundos.

Curiosamente, este cartão não foi mostrado por agressão ou por má conduta. Foi, sim, devido a má linguagem.

Corria o ano 2000 e defrontavam-se o Cross Park Celtic Farm e o Taunton East Reach Wanderers quando, logo após o apito do árbitro, o avançado Lee Todd do Celtic Farm, disse “F**k me, that was loud!”. O árbitro achou a frase digna de vermelho e expulsou o jogador aos 2 segundos da partida.

Jogador pouco inteligente ou árbitro demasiado exigente?

3. O jogo só acaba no fim…

Qualquer verdadeiro adepto de futebol tem a final da Liga dos Campeões de 2005, que viu o Liverpool vencer o AC Milan nas grandes penalidades, depois de recuperar de um 3-0 ao intervalo, no seu top de melhores jogos da história do futebol.

Infelizmente, alguns adeptos não tiveram a oportunidade de assistir à reviravolta. Foi o caso de Mark Houghton, de 43 anos, cujo corpo foi encontrado enforcado na cozinha, com um cinto, pela namorada, no intervalo do jogo. Ou seja, enquanto o Liverpool perdia por 3-0.

O adepto de longa data dos “Reds” sofria de depressão desde 2003 e já a morte de Emlyn Hughes, lenda do Liverpool, em novembro de 2004, o tinha deixado bastante alterado, segundo conta a namorada.

É caso para dizer que os jogos só terminam no fim…

4. O Führer e o futebol

Hitler não gostava de futebol por uma razão muito simples: não podia controlar o resultado, assegurando a supremacia dos alemães sobre os não-alemães.

Este facto foi descoberto num dos poucos jogos em que temos certezas da presença do líder Nazi. Depois de a Alemanha vencer o Luxemburgo por 9-0 na ronda inaugural dos Jogos Olímpicos de 1936, afigurava-se como grande favorita contra a Noruega nos quartos de final. Mas no dia 7 de agosto desse ano, perante 55 mil espetadores, entre os quais Hitler, Goebbels e outros altos oficiais do partido Nazi, a Alemanha saiu derrotada por 2-0, em Berlim. No seu diário, Goebbels escreveu: “O Führer está agitado. Quase não me consigo controlar.”

5. Com amigos assim…

A estreia da Coreia do Norte no Mundial 2010 na África do Sul foi um espetáculo à parte da competição em si. Apesar dos maus resultados, os adeptos norte-coreanos apoiaram a equipa sem reservas.

No entanto, esses mesmos adeptos norte-coreanos… eram chineses. Como?

O líder supremo da Coreia do Norte à altura, Kim Jong-il, pai do atual líder Kim Jong-un, escolhia a dedo os adeptos que iriam apoiar a equipa às competições internacionais. Só que, antes do Mundial de 2010, a última competição a que estes adeptos escolhidos a dedo atenderam, correu mal. Foi num torneio na Coreia do Sul e as cheerleaders quebraram a promessa de não revelar o que tinham visto na fronteira e acabaram em campos de concentração.

Assim, no mundial da África do Sul, os adeptos vestidos de vermelho, azul e branco, eram atores chineses, que o governo chinês disponibilizou, com bilhetes para os jogos, em apoio aos seus aliados.

Rezam as crónicas que estes “adeptos” fizeram a maior estrela da equipa chorar ao cantar o hino. Mas talvez ele chorasse por se aperceber que tudo o que ali acontecia, como no seu próprio país, era uma farsa…

Fonte: Não É Grande Pistola

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